“Eu não emagreço por causa da minha genética” ou “Não ganho músculo porque minha família é magra”. Quantas vezes já ouvimos ou falamos isso? A genética desempenha, sim, um papel importante na nossa composição corporal, mas ela não é uma sentença definitiva.
A ciência moderna nos mostra que a genética carrega a arma, mas é o estilo de vida que puxa o gatilho. Isso é o que chamamos de Epigenética.
O que o DNA influencia:
- Predisposição: Algumas pessoas têm genes que favorecem o acúmulo de gordura visceral ou que dificultam a saciedade.
- Tipo de Fibra Muscular: Alguns nascem com mais fibras de resistência (maratonistas), outros com mais fibras de força (fisiculturistas).
Onde a Medicina Esportiva entra:
Hoje, não precisamos mais “chutar”. Com exames laboratoriais e até testes genéticos, conseguimos entender o seu perfil. Se você tem dificuldade genética para metabolizar carboidratos, ajustamos a dieta. Se tem dificuldade em ganhar massa, ajustamos o estímulo do treino e a suplementação.
Você pode não ter a genética de um atleta olímpico, mas com a estratégia certa, pode ter o melhor corpo que a sua biologia permite — e ele geralmente é muito melhor do que você imagina.
As informações acima têm finalidade educativa. Cada pessoa é única e pode precisar de orientações específicas. Se você apresenta sintomas ou deseja um diagnóstico preciso, agende uma consulta.
Dr. Vinicius Vieira
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